Setembro Verde alerta para conscientização do câncer de intestino

17 de Setembro de 2018

Setembro Verde alerta para conscientização do câncer de intestino

A Sociedade Brasileira de Coloproctologia ressalta que a doença pode ser prevenida e evitada. O câncer colorretal figura entre os mais incidentes no Brasil e no mundo. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) preveem para este ano 17.620 novos casos de câncer de cólon e reto em mulheres e 16.660 em homens. O câncer colorretal é o segundo mais frequente nas mulheres (após mama) e o terceiro nos homens (após próstata e pulmão).
“O câncer colorretal está relacionado a hábitos de vida não saudáveis, como consumo elevado de carnes vermelhas e processadas e pouca ingestão de frutas, legumes e verduras. Além disso, são fatores de risco obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo”, alerta o presidente da SBCP, Fábio Guilherme Campos.
Outro fator de risco é a idade, principalmente a partir dos 50 anos. Geralmente o câncer de intestino é precedido de um pólipo, pequena verruga na mucosa do intestino. Este pólipo leva alguns anos para se desenvolver, assim, é possível diagnosticá-lo antes que se torne maligno. Pessoas com casos de pólipos na família devem ficar alertas, assim como portadores de doenças inflamatórias intestinais (colite ulcerativa e Doença de Crohn).
PREVENÇÃO
Em geral, a doença pode ser prevenida com hábitos como: ingestão de fibras (25 a 30g por dia), frutas e verduras (duas xícaras e meia por dia) e peixes (duas a três vezes por semana), baixo consumo de gordura (principalmente as de origem animal como carne vermelha e queijos), prática regular de exercícios físicos e evitando-se o tabagismo e a ingestão exagerada de álcool.
A doença geralmente não apresenta sintomas em sua fase inicial. A SBCP recomenda a realização da colonoscopia a partir dos 50 anos, quando não há casos na família de câncer colorretal e pólipos. Quando houver histórico familiar, a recomendação geralmente é a partir dos 40 anos de idade. “O coloproctologista vai determinar a periodicidade adequada de realização do exame”, completa o presidente da SBCP.

Em estágios avançados, o câncer do intestino pode causar perda de sangue nas fezes, dor abdominal, massa abdominal palpável, alteração do ritmo intestinal, emagrecimento, náuseas, vômitos e anemia não explicados por outras causas.
Fonte:https://portaldacoloproctologia.com.br/noticia/2597/


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